Após um mês de contato com a EAD no Brasil, tive acesso a um rico material de aprimoramento e a alguns conteúdos que serviram como “martelos” para a destruição de alguns paradigmas educacionais.
A principal barreira que deixei para trás foi a de achar que me sentiria isolada e sem novos amigos, fazendo um curso via EAD.
Apesar da dificuldade em opinar publicamente, a leitura de diferentes posts, já proporciona a sensação de pertencer a um grupo, além é claro, da quantidade de material sobre o tema presente nos mais diversos meios. O que não faltam são assuntos para serem discutidos no mundo da EAD.
Principalmente, toda essa experiência serviu para me mostrar a importância do papel do professor nesse novo cenário. O crescimento da EAD no Brasil passa sim, é claro, pelos investimentos em infraestrutura das instituições de ensino, mas, na minha opinião passa principalmente pela competência e criatividade dos professores conteúdistas e tutores para adaptarem o sucesso da educação presencial nesse novo cenário.
Profa. Lucilene,
ResponderExcluirQuando comecei a ter contato com curso via Ead (ainda como aluna), também imaginava que sentiria-me isolada. Porém, logo nos primeiros “acessos” notei o quanto poderia me ligar à pessoas tão diferentes de mim.
A minha primeira experiência foi em uma especialização de matemática, onde pude conhecer matemáticos, economistas (como eu), administradores, contadores, etc.
Conversávamos muito, e cada um tinha um tipo de dúvida, que no final acabava sendo a dúvida de todos.
O material é riquíssimo, e tenho guardado até hoje diversos textos que conheci ali naquela “nova” modalidade de ensino (pelo era assim que eu via).
Hoje atuo como tutora, e vejo o quão importante é o meu papel em auxiliar que meus alunos possam entender como essa tecnologia pode ajudar-lhes muito, e como eles podem sair com experiências enriquecedoras conseguidas em um ambiente que não necessariamente você precisa conhecer pessoalmente seu tutor ou seu colega de grupo.